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Direitos, saúde reprodutiva e “mutilações” genitais femininas

Maio 16, 2008

Aula de Dia 20.5.2008

Alice Frade

Partindo do campo disciplinar da Antropologia integra a Associação para o Planeamento  da Família - APF. No dia 20 de Maio falar-nos-à dos Direitos e OnGs no âmbito da Saúde Reprodutiva, particularmente das “mutilações” genitais femininas.

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DH e orientação sexual

Maio 16, 2008

As questões dos Direitos Humanos e orientação sexual foi um dos temas que não pudemos abordar nas aulas. Em 2006 foram estabelecidos a esse respeito os príncipios Yogyakarta. MCS

 

  ”Para assinalar o Dia Mundial de Luta Contra a Homofobia, a Associação ILGA Portugal (Intervenção Lésbica, Gay, Bissexual e Transgénero) e a Associação para o planeamento da Família promovem no próximo dia 17 de Maio, pelas 16h, no Fórum Lisboa (antigo Cinema Roma), um debate dedicado ao tema «Mulheres que amam mulheres: género, orientação sexual e discriminação».
Data e local: 17 de Maio, 16h, Fórum Lisboa (antigo Cinema Roma)

Moderação: Fátima Palma (APF)
Intervenções: - Luísa Corvo (Associação ILGA Portugal); Dinamene de Freitas; Margarida Lima Rego; Elza Pais (Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género)”

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“III Encontros da Primavera de Miranda do Douro”

Maio 15, 2008

Os “III Encontros da Primavera de Miranda do Douro” vão ter lugar em Junho, dedicados ao tema “Antropologia e Direitos Humanos”. Informações úteis podem ser consultadas no blog http://encontrosdaprimavera.wordpress.com  

Ponto de encontro em Lisboa :: 6 de Junho, às 8h00, em frente da Biblioteca Nacional.

 

 

 

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Refugiados, outros retratos, de outros pontos de vista

Maio 15, 2008

A Cristina Santinho, na 3ª feira e o Emmanuel Kelekele hoje, ajudaram-nos a percepcionar os refugiados e os direitos de outra forma.

A Cristina  ajudou-nos a entender os dramáticos e tortuosos percursos daqueles que pedem asilo em Portugal, levando-nos nalgumas incursões à medicalização cega e absurda do trauma ( aqui falámos do síndroma de Ulisses).

Para aprofundar o que nos disse podem ler o que escreveu em “Migration, Integration and the Internationalisation of Healthcare”, IMISCOE - Lisboa, Portugal 17-18 de Abril 2008 – Faculdade de Letras de Lisboa (aqui, nos materiais da disciplina).

Outros assuntos de saúde e imigração em http://gisassociacao.blogspot.com

O Emmanuel lembrou-nos, em retrato pungente, uma das realidades mais atentatórias dos Direitos Humanos - a que se vive em muitos locais da República Democrática do Congo - questionando-se sobre a indiferença relativa da “comunidade internacional” e os critérios da sua intervenção em nome dos Direitos Humanos.  Pelo menos para estes efeitos a “comunidade internacional” deveríamos ser todos nós….

Ficamos à espera do material que ficou de nos enviar para colocarmos no Blog: a nossa modestíssima participação na sua luta contra a indiferença.

Merci Emmanuel…et bon courage!

MCS

Cristina Santinho

É Doutoranda em Antropologia no ISCTE e investigadora dos contornos políticos no campo da saúde, desenvolvendo trabalho de campo entre os refugiados. 

Emmanuel Kelekele

É Engenheiro, activista dos Direitos Humanos no Congo e refugiado em Portugal. 

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Cartoon: Dia Mundial dos Refugiados

Maio 11, 2008

No dia 20 de Junho de 2007, o Alto Comissariado da Nações Unidas para os Refugiados comemorou o Dia Internacional dos Refugiados. O acontecimento mediático, que envolveu crianças subnutridas fotografadas ao lado do “nosso” Guterres, foi alvo deste magnífico cartoon de Gado publicado no The Nation de Nairobi, Quénia.

Daniela

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Waris Dirie

Maio 10, 2008

Waris Dirie é da Somalia e aos 5 anos foi submetida à mutilação genital. Hoje ela é uma das principais caras da luta contra a mutilação genital feminina.

Para saberem mais sobre a sua estória:

http://en.wikipedia.org/wiki/Waris_Dirie

 

catarina deus

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mutilação genital

Maio 10, 2008

Encontrei vários artigos sobre a mutilação genital feminina que me pareceram interessantes, nomeadamente o que refere a existencia desta prática em Portugal.

Vão a http://dossiers.publico.pt/dossier.aspx?idCanal=967 

catarina deus

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Aulas de 13 e 15 de Maio

Maio 9, 2008

Como previsto no calendário inicial, manter-se-á a presença dos nossos convidados nas sessões de 13 e 15 de Maio

Cristina Santinho

É Doutoranda em Antropologia no ISCTE e investigadora dos contornos políticos no campo da saúde, desenvolvendo trabalho de campo entre os refugiados. No dia 13 de Maio falar-nos-á da situação dos refugiados em Portugal.

Emmanuel Kelekele

É activista dos Direitos Humanos no Congo e refugiado em Portugal. No dia 15 de Maio falar-nos-á da situação dos DH e das OnGs Humanitárias no Congo 

Os textos de  Lisa Malki fornecem um bom enquadramento para a temática da Antropologia e Refugiados e gostaria, por isso, de discuti-los convosco na semana seguinte ( juntamente com o de Leila Abu-Lughod que ficou em atraso):

MALKKI, Lisa H., 1996, “Speechless Emissaries: refugees, Humanitarism, and Dehistoricization”, Cultural Anthropology, Vol. 11, nº3, pps 377-404.

1995, “Refugees and Exile: From “Refugee Studies” to the National Order of Things”. Annual review of Anthropology. Vol. 24, pps 495-523.

Os dois textos ficam em PDF nos materias da disciplina

 

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Posts atrasados…

Maio 8, 2008

As duas entradas abaixo, não sei porquê ficaram nos bastidores. Lamento, mas acho que ainda vão a tempo…

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O Relativismo Cultural

Maio 8, 2008

Olá a todos os participantes do blog!

Gostava de dizer desde já que o debate da aula de hoje foi bastante interessante!

Todos sabemos que a aceitação do relativismo cultural, como uma doutrina da Antropologia, teve o seu apogeu nos anos 30 com os trabalhos de Margaret Mead e Boas. São estes trabalhos, que de resto começaram com Malinowski, que nos fazem pensar (ou pelo a mim ainda me faz) que a antropologia é uma ciência que parte e tem como método a observação dos fenómenos culturais. Mas também já todos sabemos que o relativismo cultural sempre existiu… mas mesmo virando as costas ao relativismo cultural os antropólogos retiveram o seu empenho moral e emocional perante aqueles que eram vistos como vitimas da civilização ocidental. Este “comprometimento” encontrou a sua expressão naquilo a Sol Tax designou de “antropologia de acção” (fazendo das palavras do autor Washburn, as minhas palavras).

Para se poder debater melhor esta questão, pensei que seria melhor perceber o que significava “antropologia de acção” e as suas implicações éticas. Assim sendo, deixo um link para um texto formulado por dois antropólogos

 

http://www.idrc.ca/en/ev-88061-201-1-DO_TOPIC.html