Archive for Junho, 2008

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Adiamento da data de entrega de trabalhos

Junho 11, 2008

A pedido de vários,  a data de entrega de trabalhos fica adiada para o dia 20 de Junho (impressos e entregues no secretariado)…

MCS

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A bolsa de conceitos está a crescer…

Junho 9, 2008

Aproveitem e partilhem…

Bom trabalho!        MCS       

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Brigadas da Paz- ONG

Junho 6, 2008

A Cátia F. colocou o seguinte post relativo às Brigadas da Paz – ONG (ver comment)

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Materiais para reler para o teste

Junho 6, 2008

Para além da consulta dos materiais gerais do blog, a lista de textos discutidos e, por isso, para reler para o teste, é a seguinte:

 

TEXTOS EM PAPEL

 

ABU-LUGHOD, L. 1991. “Writing Against Culture” in Recapturing Anthropology: working in the present. Ed. Richard G. Fox. Santa Fe: School of American Research

 

APPADURAI, Arjun. 1986. “Theory in Anthropology: Center and Periphery”. Comparative Studies in Society and History 29:356-61

1988. “Putting Hierarchy in its Place” Cultural Anthropology 3:36-49.

 

FISHER, W. F. 1997, “Doing Good? The Politics and Antipolitics of NGO Practices”. Annual Review of Anthropology. Vol. 26, pps 439-464

 

ISHAY, Michelin R., 2004. The History of Human Rights. From Ancient Times to the Globalization Era. Berkeley: University of California Press

1997.  The Human Rights Reader. Major Political Writings, essays, Speeches and Documents From the Bible to the Present.  Londres: Routledge

 

MALKKI, Lisa H., 1995, “Refugees and Exile: From “Refugee Studies” to the National Order of Things”. Annual review of Anthropology. Vol. 24, pps 495-523.

 

MESSER, Ellen 1993. “Anthropology and Human Rights”. Annual Review of Anthrology. 222. 221-249.

 

MERRY, Sally Engle,  1992 “Anthropology, Law and Transnational Processes”, Annual Review of Anthropology, Vol. 21, pps 357-379

 

SAHLINS, M. 1998. “Two or three things that I know about culture”. Journal of the Royal Anthropological Institute (N.S.)5, 399-421

 

SANTOS, Boaventura de Sousa, 1997. “Por uma Concepção Multicultural dos Direitos Humanos”. Revista Crítica de Ciências Sociais, Vol. 48, pps. 11-32 

 

TEXTOS DISPONÍVEIS EM PDF

 

ABU-LUGOD, Leila 2002. “Do Muslim Women really need Saving? ” American Anthropologist (108)3

 

 

CARDEIRA DA SILVA, Maria. 2008. ” A «guerra» contra MGF. Danos Colaterais” IN VÁRIOS- APF. 2008. Por Nascer mulher. Um outro lado dos Direitos Humanos. Lisboa:APF

 

CARDEIRA DA SILVA, Maria. No prelo, 2008. “Cultures, Rights and Religions. Small contributions from ethnography to great anthropological challenges.” Lisboa, CIDESC. 

  

ERIKSEN, Thomas Hylland, 1997. “Multiculturalism, individualism and human rights: Romanticism, Enlightenment and lessons from Mauritius”. In Richard Wilson, ed., Human Rights, Culture and Context. London: Pluto  

 

EXECUTIF BORDER AMERICAN ANTHROPOLOGICAL ASSOCIATION. 1947. Statement on Human Rights. American Anthropologist, Vol.49, Nº 4, pps 539-543.

 

 

FISHER, W. F. 1997, “Doing Good? The Politics and Antipolitics of NGO Practices”. Annual Review of Anthropology. Vol. 26, pps 439-464

 

HASTRUP, Kirsten e ELSASS, Peter, 1990. “Anthropology Advocacy. A Contradiction in Terms?” Current Anthropology, Vol. 31, Nº 3, pps 301-311

 

HUNTINGTON, Samuel P., 1993. «The Clash of Civilizations?» Foreign Affairs. Vol. 72, nº3.

 

MALKKI, Lisa H., 1996, “Speechless Emissaries: refugees, Humanitarism, and Dehistoricization”, Cultural Anthropology, Vol. 11, nº3, pps 377-404

1995, “Refugees and Exile: From “Refugee Studies” to the National Order of Things”. Annual review of Anthropology. Vol. 24, pps 495-523 

 

MESSER, Ellen 1993. “Anthropology and Human Rights”. Annual Review of Anthropology. 222. 221-249.

 

SCHEPER-HUGHES, Nancy, 1995. “The Primacy of the Ethical: Propositions for a Militant Anthropology”. Current Anthropology, Vol. 36, nº 3, pps 409-440

 

STEWARD, Julian H. 1948, “Comments on the Statement on Human Rights”, American Anthropologist . Vol. 50, nº2, pps 351-352.

 

STOLKE, Verena, 1995. “Talking Culture: New Boundaries, New Rethorics of Exclusion in Europe”. Current Anthropology. Vol. 36, nº1, Special Issue: Ethnographic Authority and Cultural Explanation. Pps 1-24.

 

WASHBURN, W. E. 1987, “Cultural Relativism, Human Rights, and the AAA”. American Anthropologist, Vol.89, pps 939-943

 

 

 

 

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Já há bolsa de conceitos!!

Junho 6, 2008

…mas ainda está muito vazia.

Enquanto se prepararam para a frequência vão encontrar muitos e podiam  colocá-los , para os partilhar.

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Esta semana (2.6.2008), por esta ordem…

Junho 2, 2008

Vamos discutir os argumentos dos seguintes textos:

SANTOS, Boaventura de Sousa, 1997. “Por uma Concepção Multicultural dos Direitos Humanos”. Revista Crítica de Ciências Sociais, Vol. 48, pps. 11-32 (em papel)

ERIKSEN, Thomas Hylland, 1997. “Multiculturalism, individualism and human rights: Romanticism, Enlightenment and lessons from Mauritius”. In Richard Wilson, ed., Human Rights, Culture and Context. London: Pluto (aqui)

STOLKE, Verena, 1995. “Talking Culture: New Boundaries, New Rethorics of Exclusion in Europe”. Current Anthropology. Vol. 36, nº1, Special Issue: Ethnographic Authority and Cultural Explanation. Pps 1-24. (em PDF nos materiais da disciplina)

 

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Convenção Relativa ao Estatuto dos Refugiados (1951)

Junho 2, 2008

Dentro da temática abordada no texto de Liisa H. Malkki, aqui ficam os Estatutos dos Refugiados:

Adoptada em 28 de Julho de 1951 pela Conferência das Nações Unidas de Plenipotenciários sobre o Estatuto dos Refugiados e Apátridas, convocada pela Resolução n. 429 (V) da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 14 de Dezembro de 1950

Preâmbulo

As Altas partes Contratantes:

Considerando que a Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovada em 10 de Dezembro de 1948 pela Assembleia Geral, afirmaram o princípio de que os seres humanos, sem distinção, devem desfrutar dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais;

Considerando que a Organização das Nações Unidas tem manifestado várias vezes a sua profunda solicitude para com os refugiados e que se preocupou com assegurar-lhes o exercício mais lato possível dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais;

Considerando que é desejável rever e codificar os acordos internacionais anteriores relativos ao estatuto dos refugiados, assim como alargar a aplicação daqueles instrumentos e a protecção que estes constituem para os refugiados, por meio de novo acordo;

Considerando que da concessão do direito de asilo podem resultar encargos excepcionalmente pesados para alguns países e que a solução satisfatória dos problemas de que a Organização das Nações Unidas reconheceu o alcance e carácter internacionais não pode, nesta hipótese, obter-se sem uma solidariedade internacional;

Exprimindo o desejo de que todos os Estados, reconhecendo o carácter social e humanitário do problema dos refugiados, façam tudo o que esteja em seu poder para evitar que este problema se torne uma causa de tensão entre Estados;

Registando que o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados tem a missão de velar pela aplicação das convenções internacionais que asseguram a protecção dos refugiados, e reconhecendo que a coordenação efectiva das medidas tomadas para resolver este problema dependerá da cooperação dos Estados com o Alto-Comissário:

Convencionaram as disposições seguintes:

http://www.cidadevirtual.pt/acnur/acn_lisboa/conv-0.html

(podem ver os varios artigos no link)

 

Ass: Kensu (Pedro Leal)

 

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Multiculturalismo e a Politica

Junho 1, 2008

Segundo Danilo Martuccelli em As contradições politicas do multiculturalismo, «o problema determinante de uma sociedade multicultural é sempre a busca de uma nova articulação entre identidade e o politico». Isto porque o multiculturalismo reivindica particularidades ligadas ao direito do individuo. Mas essa reivindicação é quase impossivel possuir um caracter universal.

O mesmo autor diz que «o multiculturalismo moderno, expressa a exigencia do aumento da diferença do dominio publico». No entanto, tal como Martuccelli refere, «a igualdade implica que a sociedade é una e sobretudo que o Estado intervenha de maneira universal para fortalecer a sua unidade, e garantir, então, a invariância dos valores morais».

O texto de Danilo Martuccelli sobre o assunto encontra-se em:  http://www.anped.org.br/rbe/rbedigital/RBDE02/RBDE02_04_DANILO_MARTUCCELLI.pdf

Catarina Deus

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