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Refugiados, outros retratos, de outros pontos de vista

Maio 15, 2008

A Cristina Santinho, na 3ª feira e o Emmanuel Kelekele hoje, ajudaram-nos a percepcionar os refugiados e os direitos de outra forma.

A Cristina  ajudou-nos a entender os dramáticos e tortuosos percursos daqueles que pedem asilo em Portugal, levando-nos nalgumas incursões à medicalização cega e absurda do trauma ( aqui falámos do síndroma de Ulisses).

Para aprofundar o que nos disse podem ler o que escreveu em “Migration, Integration and the Internationalisation of Healthcare”, IMISCOE – Lisboa, Portugal 17-18 de Abril 2008 – Faculdade de Letras de Lisboa (aqui, nos materiais da disciplina).

Outros assuntos de saúde e imigração em http://gisassociacao.blogspot.com

O Emmanuel lembrou-nos, em retrato pungente, uma das realidades mais atentatórias dos Direitos Humanos – a que se vive em muitos locais da República Democrática do Congo – questionando-se sobre a indiferença relativa da “comunidade internacional” e os critérios da sua intervenção em nome dos Direitos Humanos.  Pelo menos para estes efeitos a “comunidade internacional” deveríamos ser todos nós….

Ficamos à espera do material que ficou de nos enviar para colocarmos no Blog: a nossa modestíssima participação na sua luta contra a indiferença.

Merci Emmanuel…et bon courage!

MCS

Cristina Santinho

É Doutoranda em Antropologia no ISCTE e investigadora dos contornos políticos no campo da saúde, desenvolvendo trabalho de campo entre os refugiados. 

Emmanuel Kelekele

É Engenheiro, activista dos Direitos Humanos no Congo e refugiado em Portugal. 

One comment

  1. O refugiado é uma vítima da violação dos Dirieitos Humanos, são seres humanos desesperados por se verem perante uma situação de rompimento com os vínculos da sua comunidade de origem. Existem muitos países com modos diferentes de receber os refugiados, por exemplo na Tanzania os campos de concentração parecem aldeias, alguns vivem melhor do que nas suas terras de origem. Também em Portugal os refugiados são bem acolhidos. O que realmente me preocupa é o estigma criado por sujeitos sociais nos paíes de acolhimento a muitos que tiveram por a mais diversas causas deixar para trás uma vida para construirem uma nova na esperança de voltar à terra natal. O respeito pelos DH também é da competência de cada um de nós, nunca sabes o dia de amanhã.



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