Archive for 2 de Junho, 2008

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Esta semana (2.6.2008), por esta ordem…

Junho 2, 2008

Vamos discutir os argumentos dos seguintes textos:

SANTOS, Boaventura de Sousa, 1997. “Por uma Concepção Multicultural dos Direitos Humanos”. Revista Crítica de Ciências Sociais, Vol. 48, pps. 11-32 (em papel)

ERIKSEN, Thomas Hylland, 1997. “Multiculturalism, individualism and human rights: Romanticism, Enlightenment and lessons from Mauritius”. In Richard Wilson, ed., Human Rights, Culture and Context. London: Pluto (aqui)

STOLKE, Verena, 1995. “Talking Culture: New Boundaries, New Rethorics of Exclusion in Europe”. Current Anthropology. Vol. 36, nº1, Special Issue: Ethnographic Authority and Cultural Explanation. Pps 1-24. (em PDF nos materiais da disciplina)

 

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Convenção Relativa ao Estatuto dos Refugiados (1951)

Junho 2, 2008

Dentro da temática abordada no texto de Liisa H. Malkki, aqui ficam os Estatutos dos Refugiados:

Adoptada em 28 de Julho de 1951 pela Conferência das Nações Unidas de Plenipotenciários sobre o Estatuto dos Refugiados e Apátridas, convocada pela Resolução n. 429 (V) da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 14 de Dezembro de 1950

Preâmbulo

As Altas partes Contratantes:

Considerando que a Carta das Nações Unidas e a Declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovada em 10 de Dezembro de 1948 pela Assembleia Geral, afirmaram o princípio de que os seres humanos, sem distinção, devem desfrutar dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais;

Considerando que a Organização das Nações Unidas tem manifestado várias vezes a sua profunda solicitude para com os refugiados e que se preocupou com assegurar-lhes o exercício mais lato possível dos direitos do Homem e das liberdades fundamentais;

Considerando que é desejável rever e codificar os acordos internacionais anteriores relativos ao estatuto dos refugiados, assim como alargar a aplicação daqueles instrumentos e a protecção que estes constituem para os refugiados, por meio de novo acordo;

Considerando que da concessão do direito de asilo podem resultar encargos excepcionalmente pesados para alguns países e que a solução satisfatória dos problemas de que a Organização das Nações Unidas reconheceu o alcance e carácter internacionais não pode, nesta hipótese, obter-se sem uma solidariedade internacional;

Exprimindo o desejo de que todos os Estados, reconhecendo o carácter social e humanitário do problema dos refugiados, façam tudo o que esteja em seu poder para evitar que este problema se torne uma causa de tensão entre Estados;

Registando que o Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados tem a missão de velar pela aplicação das convenções internacionais que asseguram a protecção dos refugiados, e reconhecendo que a coordenação efectiva das medidas tomadas para resolver este problema dependerá da cooperação dos Estados com o Alto-Comissário:

Convencionaram as disposições seguintes:

http://www.cidadevirtual.pt/acnur/acn_lisboa/conv-0.html

(podem ver os varios artigos no link)

 

Ass: Kensu (Pedro Leal)