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Fevereiro 18, 2014

Bem-vindos às Disciplinas de  Antropologia e Direitos Humanos e de Contextos Árabes e Islâmicos

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5 comentários

  1. Encontrei este vídeo na Internet, é uma campanha lituana contra o racismo. Vejam o vídeo, é de facto chocante e comovente.
    Bom Domingo,

    Carolina Chaves


  2. A ONG “States United to Prevent Gun Violence” criou esta campanha com o intuito de consciencializar os cidadãos americanos acerca dos perigos das armas de fogo. Como devem saber, comprar uma arma nos EUA é relativamente fácil e existem múltiplas lojas que vendem armas de todos os tamanhos e feitios. A maioria das pessoas entrevistadas no vídeo alegam que pretendem comprar uma arma para segurança e defesa pessoal. O que pensam sobre isto? Os cidadãos americanos devem ter esse direito?


    • Sempre ouvi nos media que o direito à posse de armas de fogo era um debate aceso nos EUA, que a população recorria a estas armas em busca de uma sensação de segurança e que muitas histórias acabavam no oposto desta intenção.

      De acordo com a segunda emenda da constituição dos estados unidos possuir uma arma é um direito do cidadão, associado ao direito natural da autodefesa. E este direito possuí as suas naturais limitações: “o juiz Antonin Scalia frisou que estão excluídos doentes mentais e cadastrados, sendo ainda interdita a posse de armas na proximidade de instalações sensíveis, como edifícios públicos e, em particular, escolas.” (em Jornal de Notícias, 26/06/2008 – http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=961914 )

      Acho importante considerar nesta questão a importância do contexto local, onde de facto existem estados americanos onde a maioria dos cidadãos possuem uma arma, e as taxas de criminalidade são elevadas e violentas, logo até que ponto uma pessoa está segura sem uma arma? Mesmo em Portugal se ouvem pessoas a dizer que se sentiriam mais seguras com uma arma, mas aqui o processo não é tão facilitado. Até que ponto estes terríveis acidentes que ouvimos no dia a dia são o resultado de uma exigência pelos direitos constitucionais e um desleixo pelos deveres? E até que ponto é ético a facilitação com que se obtém um artigo cuja acção possibilita a violação de direitos humanos, sem no mínimo uma sensibilização para o assunto, como a apresentada por esta ONG?


  3. De acordo com as estatísticas governamentais, 48 por cento das jovens sul sudanesas casam-se entre os 15 e os 19 anos, sendo que algumas podem casar-se aos 12 anos.
    Este vídeo é da autoria da organização internacional Human Rights Watch e argumenta que o governo do sul do Sudão deveria proteger as raparigas dos casamentos que são engendrados pelas suas famílias que as obrigam a casar devido ao facto de serem consideradas propriedade da família. Deste modo, quando um potencial noivo oferece um “dowry” (riqueza transferida da família da noiva para o noivo ou para a sua família), a família da noiva oferece-lhe a rapariga em troca do “dowry”, tal como explica um chefe sul sudanês no video. Este é um dos temas controversos que gera um confronto entre a universalidade dos direitos humanos e o relativismo cultural. Também encontrei este artigo que me pareceu pertinente para analisar teoricamente este debate entre universalismo e relativismo cultural:

    http://www.ambitojuridico.com.br/site/?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=11200&revista_caderno=16

    Inês Rafael


  4. http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/16712/mutilacao-genital-feminina-tambem-acontece-aqui

    Esta é uma notícia do jornal Público que foi hoje publicada na página do Facebook e que divulga uma campanha contra a mutilação genital feminina feita pela agência Ogilvy de Londres em parceria com a ONG “28 Too Many”, que alerta para o facto de que são realizadas mutilações na Europa e não exclusivamente em África, Médio Oriente e Ásia. O meu enfoque, contudo, não recai na notícia em si mas nos comentários que observei. O uso de palavras e frases como “barbárie”, “povos selvagens”, “a próxima vez que se comoverem com mais um barquinho repleto de “refugiados” a chegar à Europa, pensem no porquê da mutilaçao genital feminina estar a aumentar na europa, entre outras barbaridades culturais vindas do terceiro mundo”, fazem me crer que a Antropologia é cada vez mais urgente na nossa compreensão sobre estas realidades. Talvez artigos como o de Manuela Ivone Cunha e da professora que analisámos na aula pudessem proporcionar um novo olhar sobre estas práticas.



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