Archive for Março, 2016

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Curtumes em Fez

Março 16, 2016
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Curtumes, Fez, Marrocos 2015. © Luís Rocha

Um dos locais de trabalho nos curtumes, tanques de amônia branco e cal, usado para o primeiro tratamento de peles em estado bruto, na imagem procede-se ao pisar as peles, depois passam os couros para os tanques das cores, que ficam de molho cerca de quatro dias para obter a tonalidade desejada.


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Hammam em Meknès

Março 16, 2016
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Meknès, Marrocos, 2015. © Luís Rocha

Sala da fornalha de um Hammam. A função desta pessoa é alimentar o forno do Hammam com lenha e serradura. De forma muito simplificada, os hammams surgiram para proporcionar momentos de higiene (e de saúde) para os frequentadores, sendo os mesmos também encarados como espaços de convívio, já que é um local onde é possível conversar durante os tratamentos.


 

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Calendário NOVAMENTE actualizado

Março 15, 2016

O calendário CAI 2015-2016 foi NOVAMENTE actualizado. Por favor verifiquem as alterações  se o dia e tema da vossa apresentação está correctamente registado.

O PTT  das aulas iniciais também já está nos materiais da disciplina.

No dia 8 de Abril às  10h em sala a confirmar faremos um mini-teste.

No decorrer do mês de Maio (numa terça-feira de manhã)  haverá uma visita ao Centro Ismaelita de Lisboa

Até amanhã

MCS

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A desumanização de um povo através do cinema de Hollywood

Março 14, 2016

Partilho aqui o documentário – “Reel Bad Arabs: How Hollywood vilifies a people“:

Baseado no livro de Jack Shaheen, nele constam exemplos cinematográficos da divulgação dos preconceitos raciais eurocêntricos  que temos vindo a abordar em aula e que foram também estudados por Edward Said, em Orientalismo.

Expõe a relação conflituosa da origem do estereótipo árabe a evidencia o poder e a capacidade da indústria cinematográfica norte-americana de usar o cinema como instrumento de transmissão ideológico. Através de inúmeras cenas e situações premeditadas por cineastas de Hollywood, os árabes de maneira geral, e os palestinianos em particular, são retratados como um povo perverso, uma raça selvagem, gananciosa, sem escrúpulos, idiota e terrorista; e toda a sua cultura é também reduzida a simplificações e generalizações.

O documentário demonstra que o padrão consistente de estereótipos de demonização racial árabe está presente em vários tipos de filmes produzidos em Hollywood, dos dramas às comédias, e até mesmo nos desenhos animados da Walt Disney. Os quais são, consequentemente, responsáveis pela sedimentação da visão racista anti-árabe presente nas sociedades europeias e americanas.

Jack Shaheen alega que na sua análise de aproximadamente 1000 filmes, menos de 50 transmitiam uma imagem neutra dos árabes, e um número ainda mais reduzido para os filmes que reportavam imagens positivas de árabes. Concluindo, Shaheen afirma que a desconstrução destas imagens de deturpação para com a imagem do outro, será apenas possível quando novos cineastas abrirem espaço para a desconstrução das culturas árabes de maneira mais próxima à sua real complexidade e diversidade.

 

Inês Pereira

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Aït-Ben-Haddou

Março 8, 2016
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Interior de casa, Aït-Ben-Haddou, Marrocos 2015 © Luís Rocha

Aït-Ben-Haddou é uma cidade fortificada, constituída por um grupo de várias pequenas fortalezas, ou kasbahs. Foi declarado Património Mundial da UNESCO em 1987.


 

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Jemaa el-Fna

Março 3, 2016
Praça Jemaa el-Fna, Marraquexe. Marrocos, 2015 ©Luís Rocha

Praça Jemaa el-Fna, Marraquexe. Marrocos, 2015 ©Luís Rocha