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Portuguesas, familiares de jihadistas do Daesh, pedem ajuda para voltar a Portugal

Novembro 16, 2018

https://expresso.sapo.pt/politica/2018-11-15-Portuguesas-ligadas-ao-Daesh-pedem-ajuda-ao-Governo-para-regressarem-a-Portugal#gs.1ythl6U

Duas mulheres portuguesas encontram-se num campo das Nações Unidas na Síria, depois de terem sido capturadas pelas forças curdas ao Daesh. Com estatuto indefinido, estas mulheres não estão presas mas também não estão livres. Numa reportagem à sic pediram ajuda às autoridades portuguesas para regressarem a Portugal.

(Ana Inês Júlio)

2 comentários

  1. Os posts devem ser identificados pelo menos com o primeiro nome do autor….


  2. O livre-arbítrio não deixa de ser factor importante aqui: “Se há um português que diz que nunca cometeu erros na sua vida, é mentira. Somos todos seres humanos” Diz Vânia – Não me parece justificação para que um arrependimento deste género seja perdoado.
    Apesar de tudo existem ligações directas destas duas mulheres com aquele que pode ser visto como o maior grupo terrorista contemporâneo. Não sei se têm todos os direitos a uma segunda oportunidade, como afirma… Seguir esta rota, é um caminho sem volta a dar. Pelos riscos que implica reintroduzir uma pessoa com ligações radicalistas numa sociedade democrática livre, todo este processo deve ser bem pensado. Não esquecendo que se tratam de seres humanos também elas, e que têm direitos, mesmo em cárcere, torna-se conflituoso nas nossas cabeças (pelo menos na minha) : Desumanizamos quem desumaniza? ou mantemos uma visão de perdão e “segundas oportunidades” que o sistema criminal português tende a crer pela sua implementação dos 25 anos de pena máxima? E se usarmos os exemplos estudados por Olivier Roy, não será nas prisões que estas pessoas poderiam ser radicalizadas, caso ainda não o sejam nesta situação?
    Que responsabilidade tem o governo português para com alguém que na sua liberdade, escolhe enredar-se numa situação deste género. Parece-me completamente absorto que alguém viaje até à Síria, sem se aperceber que está a ir até à Síria…
    Quando a Catarina Almeida, parece-me ser mais uma motivação maternal que desencadeou toda esta situação, tentar salvar um filho – algo que também parece a mim ser tão alienado da realidade como o outro exemplo…



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