Archive for Abril, 2016

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amanhã, dia 29.4.2016

Abril 28, 2016

Ainda o painel 4.5 Subjectividades devotas. Agência nem sempre é resistência: os novos movimentos pios A ‘Guerra’ das mulheres.

Com o texto ABU-LUGOD, Leila 2002. “Do Muslim Women really need Saving? ” American Anthropologist (108)3

NATASHA GERMANO, Fátima Galvão, KERLIN TEIXEIRA, JOANA HILMER FREITAS, MARIA LEÓNIDAS

RAQUEL BANIT

e o painel 4.7 Género, transgénero, diversidade e homosexualidade. Masculinidade. Transgénero. Género, etnicidade e diversidade religiosa

Com o texto KUGLE, S Sira al-Haqq, 2013. Living Out Islam. Voices of Gay, Lesbian, and Transgender Muslims. New York University Press (Cap. Seleccionados)

SILVANA TAVARES, JORDEL MACHADO, ANA MAFALDA ALVES,

Boas leituras

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Dia 10 de Maio, às 10h visita à Fundação Ismaili

Abril 26, 2016

A Nazlina já confirmou!:

Dia 10 de Maio, às 10h visita à Fundação Ismaili. Contamos com todos!

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Amanhã, dia 27.4

Abril 26, 2016

…ainda

. Women Studies, Género e Feminismo. A evolução do debate. Patriarcado. Agência. Feminismo Islâmico e seus descontentes, com o texto

MOGHADAM, Val, 2002. “Islamic Feminism and its Discontents. Notes on a Debate”. Signs 7 (4), 1135-71, moderado por TATIANA TRILHO e INÊS PEREIRA

e . Subjectividades devotas. Agência nem sempre é resistência: os novos movimentos pios A ‘Guerra’ das mulheres, com os textos 

MAHMOOD, S. 2006, “Teoria Feminista, Agência e Sujeito Liberatório” Etnográfica, Vol. X-1,1pps 121-158, moderado por NAZLINA BADRUDINO e DÉCIO SORES

e, se conseguirmos…

ABU-LUGOD, Leila 2002. “Do Muslim Women really need Saving? ” American Anthropologist (108)3, moderado por

NATASHA GERMANO, Fátima Galvão, KERLIN TEIXEIRA, JOANA HILMER FREITAS, MARIA LEÓNIDAS e

RAQUEL BANITZ

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Amanhã, dia 22.04.2016

Abril 21, 2016

4.4. Women Studies, Género e Feminismo. A evolução do debate. Patriarcado. Agência. Feminismo Islâmico e seus descontentes.

RAMIREZ, Angeles. 2011.La Trampa del Vielo. El Debate sobre el uso del pañuelo musulmán (Int. caps. 1, 3  e epílogo) –

VIRGINIA VÁZQUEZ,

IÑIGO MAZO

MARIA RUIZ

PABLO?

MOGHADAM, Val, 2002. “Islamic Feminism and its Discontents. Notes on a Debate”. Signs 7 (4), 1135-71

TATIANA TRILHO

INÊS PEREIRA

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Amanhã

Abril 19, 2016

dia 20.4.2016

A Honra. Como a Antropologia desenhou o Mediterrâneo. Um olhar feminino sobre as tribos: Veiled Sentiments entre os Awlad Ali. O jogo da honra e da vergonha segundo Bourdieu. A generificação da honra – nif e horma. Honra e indumentária

Textos em discussão:

ABU-LUGHOD, Lila. 1986 Veiled Sentiments. Honour and Poetry in a Bedouin Society. Berk. e A: U. of Calif. Press. Intr.,Cap2, 3. e Cap.8 Conclusão.

BOURDIEU, Pierre. [1972] 2002. Esboço de uma teoria da prática. Oeiras: Celta (cap.Honra e Vergonha)

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Por proposta de Virgínia V.

Abril 19, 2016
Boa tarde a todos e todas, O outro dia vi esta revista na cantina da FCSH sobre os Refugiados e pareceu-me interessante partilhar-lha convosco para também pensar sobre a situação real dos refugiados e poder relacionar isto com o acordo que o mês pasado teve a UE com a Turquia e a expulção masiva dos refugiados que chegam as costas da Grecia.
http://www.refugiados.acm.gov.pt/data/uploads/2015/10/REFUGIADOS_mag.compressed.pdf
¨A CAVERNA. Os refugiados são um tema sobre os quais todos(as) temos uma opinião. É um assunto de crescente importância social, política e mediática em que, frequentemente, a construção dos discursos assenta na perceção que nos chega pelas experiências pessoais, mas sobretudo, e cada vez mais, pela sua hipermediatização. Muitos pensadores têm refletido sobre este tema. Revisitemos, a este respeito, a Alegoria da Caverna de Platão […]. Também em torno dos refugiados existem cavernas (e mitos). Por isso, a necessidade de mostrar que a realidade é diferente daquela que percecionamos, é um desafio tão mais importante em tempos de crises humanitárias como a que vivemos. A história ensina-nos que são estes os tempos em que esta pedagogia mais necessária se torna. Desmontar mitos – como esta brochura nos propõe – implica desconstruir as sombras e observar a realidade de frente, desenvolvendo a narrativa correta em torno dos refugiados: com factos.¨
Pedro Calado. Alto-comissário para as Migrações.
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Amanhã

Abril 12, 2016

Dia 13.4.2016

Apresentação e discussão de textos sobre

  1. Práticas etnográficas e áreas fundamentais de teorização da antropologia em contexto árabe/ islâmico

Relações sociais e pessoais: segmentaridade, casamento, parentesco, e vizinhança e amizade. São os árabes endogâmicos? O casamento com a bint al’amm,. O escândalo etnográfico. O parentesco prático de Bourdieu. Laços de sangue e a força dos laços fracos

TEXTOS:

  • BOURDIEU, Pierre. [1972] 2002. Esboço de uma teoria da prática. Oeiras: Celta. (Cap. Parentesco)  MD
  • GEERTZ, Hildred 1979 “The Meaning of Family Ties”, in Meaning and Order in Moroccan Society. GEERTZ, C. GEERTZ, H., ROSEN, L. Cambrige U.Press CS 8247 (UNLFCSH) e MD

ANIMADORES: CARLOS MOREIRA, ANA BORRALHO, BIANCA TOMONI, MARISA DOS SANTOS E NATASHA ALBINO